terça-feira, 27 de janeiro de 2015

De amarga a doce


Leitura:
Êxodo 15:22-27
…o Senhor lhe mostrou uma árvore;
lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces…
—Êxodo 15:25
Alegria e tristeza são, muitas vezes, companheiras bem próximas. Assim aconteceu aos israelitas que haviam acabado de experimentar a emoção da vitória no Mar Vermelho quando, três dias depois, se viram diante das águas amargas de Mara (Êxodo 15:22-23). Nosso júbilo pode transformar-se rapidamente em angústia.
Em Mara, o Senhor ordenou a Moisés que lançasse um arbusto na água, o qual a tornou “doce” para beber (v.25). Outra “árvore” quando “lançada” nas circunstâncias amargas da nossa vida, pode torná-las doces. Trata-se da cruz de Jesus (1 Pedro 2:24). A nossa perspectiva será transformada ao contemplarmos a Sua morte sacrificial e Sua submissão à vontade de Deus (Lucas 22:42).
Nossa dor pode vir da vontade doentia ou da negligência de terceiros. Contudo, o nosso Senhor a permitiu. Talvez não entendamos o motivo, porém, é da vontade de nosso Pai e Amigo, cuja sabedoria e amor são infinitos.
Quando dizemos sim a Deus, à medida que Ele nos revela a Sua vontade através da Palavra, nos lembramos da cruz de Jesus e nos submetemos ao Pai, a amargura se transforma em doçura. Não devemos nos queixar daquilo que o Senhor permite. Mas devemos fazer tudo o que Ele nos pede para fazer. Jesus disse que devemos tomar diariamente a nossa cruz e segui-lo (Lucas 9:23). —David H. Roper
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