domingo, 22 de abril de 2012

SEJA LUZ (campanha JMN)


“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” II Crônicas 7:14

Vamos mudar a história do nosso país com o poder da oração. Cremos que se orarmos Deus agirá e mudanças profundas acontecerão em nossa pátria. Estamos acostumados a orar somente pelos nossos próprios interesses, mas é preciso orar pelas necessidades de todo o povo brasileiro. Por isso vamos dedicar 100 dias, 2.400 horas, 144 mil segundos, para dobrar os joelhos, orar, clamar, interceder, suplicar e buscar a face do Senhor pelo Brasil. Para facilitar, lançamos o livro “100 dias que impactarão o Brasil”. O livro é um manual de oração onde você encontrará 100 temas pelos quais oraremos durante a campanha. Você pode adquirir o livro no próprio site ou entrando em contato conosco.

A Campanha visa mobilizar as igrejas e todo o povo de Deus com o mesmo propósito: orar e proclamar o nome do Senhor Jesus durante 100 dias. Será a maior vigília de oração da história deste país. Você não pode ficar fora desta grande campanha.

Inscreva-se agora mesmo e assuma uma hora de oração. A sua igreja também pode se inscrever e assumir uma ou mais vigílias de oração. Começaremos às 18h00 do dia 22 de abril de 2012, data do descobrimento do Brasil, e encerraremos às 18h00 do dia 31 de julho de 2012. Vamos orar sem cessar.

A estratégia está bem definida e de fácil compreensão.

• Cada dia será dividido em 4 vigílias de 6 horas, portanto teremos 400 vigílias. As igrejas em todo o Brasil assumirão uma ou mais vigílias, de maneira que não ficará nem um minuto sequer sem que saiam orações do solo brasileiro em direção ao trono de Deus.

• Também teremos líderes de oração que assumirão cada uma das 2.400 horas dos 100 dias.

• Durante os 100 dias vamos restaurar a oração na família. Cada família será desafiada a se reunir uma vez por semana para orar e ler um capítulo da Bíblia.

• Nesta campanha cada crente deverá orar por 10 pessoas que gostaria que se convertessem ao Senhor Jesus. • Nos 100 dias que impactarão o Brasil vamos ler 100 capítulos da Palavra de Deus. Sugerimos as 13 Cartas do apóstolo Paulo e mais a Carta aos Hebreus, totalizando 100 capítulos.

• Todos os dias, ao meio dia, oraremos juntos por um minuto em prol da salvação da nossa pátria.

• A última parte da campanha será a participação na TRANS no mês julho. A TRANS é uma grande campanha de evangelização. Você também pode fazer a sua inscrição no site Seja Luz.


Você poderá conhecer em detalhes as atividades que compõem essa grande mobilização clicando em cada título abaixo:

Se deseja participar acesse o site SEJA LUZ pelos links abaixo para fazer sua inscrição:

Se você deseja obter alguma informação sobre a Campanha Seja Luz e não a encontrou, entre em contato com a Junta de Missões Nacionais preenchendo o formulário no site SEJA LUZ.

Você também pode nos enviar sugestões, críticas, esclarecer alguma dúvida ou fazer solicitações.

Envie um e-mail para: redacao@missoesnacionais.org.br ou

entre em contato com nossa Central de Atendimento pelos telefones:
Do Rio de Janeiro – (21) 2107-1818
Outras capitais e regiões metropolitanas – 4007-1075
Demais localidades – 0800-707-1818

JUNTA DE MISSÕES NACIONAIS
Rua Gonzaga Bastos, 300 – Vila Isabel – Cep 20541-000 – Rio de Janeiro, RJ.


  


sábado, 21 de abril de 2012

Conexão Missionária 2012 (IB de Cajuru, 20 de Abril)


Está acontecendo nesses dias 20 e 21 de Abril, na IB de Cajuru - Curitiba-PR, o congresso Conexão Missionária, promovido pela Junta de Missões Mundiais da CBB.

Estão presentes neste congresso os missionários:

- Silas Luiz Gomes, missionário no Chile;
- Silvânia Maria, missionária no Timo-Leste;
- José Calixto, missionário em Portugal;
- João Caio Bottega, missionário na Itália;
- Claudio Andrade, representante da JMM na região sul do Brasil.

Na noite do dia 20, missionário João Caio Bottega falou sobre os campos missionários: Treviso e Padova, na Itália. A mensagem foi sobre a família: FAMÍLIA COMPROMETIDA COM O CHAMADO DIVINO.

"Saúda a Priscila e a Áquila, e à casa de Onesíforo". (II Timóteo 4:19).

"Saudai a Priscila e a Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus. Eles pela minha vida expuseram suas cabeças. E isto não lhes agradeço eu só, mas também todas as igrejas dos gentios. Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Ásia em Cristo". (Romanos 16:3-5).











terça-feira, 17 de abril de 2012

Projeto ELA (Especiais, Lindas, Amadas)


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A história da mulher chinesa é marcada por lutas e conquistas quase diárias. Mesmo entre as minorias étnicas e nas províncias mais pobres, a mulher é oprimida pelos padrões de beleza impostos pela sociedade.
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As jovens muçulmanas da etnia hui trabalham como empregadas domésticas ou garçonetes, em média 14 horas por dia, quase sem folga. Comem e dormem no emprego para economizar, e seu salário, mesmo baixo, é enviado mensalmente aos pais para ajudar no sustento da família.
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Ao reunir-se com jovens desta etnia para assistir filmes, a missionária Mali - bióloga e massoterapeuta por formação - percebeu que o assunto predileto era estética. Pensou então, que algo simples como um tratamento de beleza seria capaz de trazer esperança de vida àquelas moças.
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Assim nasceu o Projeto ELA - Especiais, Lindas e Amadas - que visa o bem-estar e principalmente a salvação dessa nova geração de chinesas através da oferta de serviços estéticos e de beleza gratuitos.
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"Quando a gente conhece uma menina que veio de uma vila, que tem uma jornada de trabalho quase escrava, que não tem dinheiro, não sai, não consegue comprar nem coisas básicas de higiene, e oferece um tratamento para cuidar de sua aparência, isso mexe muito com seu coração e sua autoestima..." - Missionária Mali
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Faça parte deste projeto de transformação orando por estas jovens chinesas ou adotando o Projeto ELA.
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ou acesse o blog

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sábado, 14 de abril de 2012

Visita evangelística do Coro Celebrai em Hospital



No dia 07 de Abril de 2012, alguns integrantes do coro Celebrai da PIB de Curitiba, fizeram uma visita evangelística ao Hospital Cruz Vermelha.

Cantaram Rendido estou e distribuíram folhetos Paz Jesus - o remédio da paz + Céumed - o plano grátis para eternidade + Evangelho de João.

Funcionários, pacientes e visitantes foram alcançados naquela tarde, com folhetos evangelísticos e com a canção entoada nos corredores do hospital e até mesmo na UTI.
E os integrantes do coro também se sentiram abençoados, pois sentimos a presença do nosso Senhor Jesus Cristo. Toda glória e todo honra a Jesus Cristo!

Toma-me, rendido estou
Aos pés da cruz me encontrei
O que tenho te entrego, oh Deus
Vem limpar as minhas mãos
Purificar meu coração
Que eu ande em tudo que tu tens pra mim
ô ô ô ô
Eis me aqui, rendido estou
Uô ô ô
Eu sou teu e tu és meu, Jesus
Meus momentos e os dias meus
Meu respirar e meu viver
Que sejam todos, pra ti oh Deus
ô ô ô ô
Eis me aqui, rendido estou
Uô ô ô
Eu sou teu e tu és meu, Jesus
OooOooOoo
Minha vida dou a ti, Senhor
Rendido a ti, estou
E pra sempre cantarei:
Faz em mim o teu querer
ô ô ô ô
Eis me aqui, rendido estou
Uô ô ô
Eu sou teu e tu és meu, Jesus
Minha vida dou a ti, Senhor
Rendido a ti, estou
E pra sempre cantarei:
Faz em mim o teu querer

  




domingo, 8 de abril de 2012

Josué 1:9

"Não te mandei eu? 
Esforça-te, e tem bom ânimo.
Não pasmes, nem te espantes, 
porque o SENHOR teu Deus é contigo 
por onde quer que andares".
Josué 1:9
 

fonte da imagem: calendário de mesa 2009 - Smilingüido - Luz e Vida

domingo, 1 de abril de 2012

As Mulheres na obra Missionária

por Tiago Monteiro

A história missionária brasileira tem sido escrita, ao longo dos anos, por homens e mulheres cheios de amor pelas almas perdidas. Vidas que, apesar de suas limitações, se entregam para que Cristo seja proclamado em todas as regiões de nossa Pátria, seja através da educação, quando o interior do país sofria esta carência, ou como esposa de pastor, apoiando o ministério do marido, que vencia as distâncias sobre o lombo de animais para pegar o evangelho.
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Fazendo discípulos e educando vidas
Na época em que era aluna do Instituto Batista de Carolina, MA, Dinalva Salles Queiroz, missionária aposentada de Missões Nacionais, não imaginava que a escola teria um papel tão importante em sua vida. Por intermédio dela, conheceu o evangelho e despertou sua vocação por missões.
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Tudo começou com a visita de seu pai, Salatiel Queiroz, aos cultos dirigidos por Zacarias Campelo. Sua aproximação com os missionários tornou-se cada vez maior, até que se converteu. A mãe de Dinalva, Eduvirges Salles Queiroz, temia o contato com evangélicos, já que vinha de uma família tradicionalmente cética ao trabalho por eles realizado. Entretanto, ao ouvir o testemunho de Noemi Campelo, emocionou-se, convertendo-se a Cristo. Para batizar-se, foi para Itacajá, TO, pois temia a reação da sociedade carolinense. Aos poucos, Eduvirges se envolveu com o evangelho a ponto de ser reconhecida pelos crentes da região como "mãe dos missionários", tamanha era a ajuda por ela prestada.
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missionária Dinalva
Dinalva batizou-se aos 15 anos e recebeu grande ajuda dos missionários que atuvam na região. Como não havia na cidade oportunidade para aprofundar-se nos estudos, driblou as adversidades com aulas complementares de matemática com o pai, português com missionárias e conseguiu fazer um curso de escrituração mercantil e correspondência comercial. Mais tarde foi convidada pela missionária Margarida Lemos Gonçalves, recém-chegada em Carolina para ministrar aulas de matemática em uma turma de alfabetização de adultos.
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Nessa época nasceu o desejo de tornar-se verdadeiramente professora, sendo o convívio com Margarida Lemos um importante fator para sua decisão. Aos 21 anos foi para o Rio de Janeiro a bordo de um avião da FAB para ingressar no Colégio Batista, que doara à jovem uma bolsa de estudos. Formou-se também no IBER - Instituto Batista de Educação Religiosa, hoje Centro Integrado de Educação e Missões (CIEM). Foram sete anos em regime de internato, com estudos intensivos em dois turnos e estágios em periodo de férias.
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Inscrevendo-se para Junta de Missões Nacionais, Dinalva tinha sido nomeada para trabalhar em Tocantínia, TO. Estava tudo preparado para viagem até que houve um imprevisto e ela foi enviada de volta à sua terra natal, para dar prosseguimento ao trabalho no Instituto Batista de Carolina. Ao chegar, avistou um cenário preocupante. As condições de infra-estrutura da escola estavam em péssimo estado. Devido à situação, decidiu preparar uma proposta para que Missões Nacionais aprovasse a construção de um novo prédio, aproveitando um espaço inutilizado do pátio. Foi um época difícil. Além da falta de recursos, Carolina não oferecia meios adequados para o transporte de material de construção, boa parte dos quais foram transportados em animais. Por falta de recursos financeiros, o edifício foi concluído parcialmente em 1967. Anos mais tarde foram construídas quadras de esporte e um auditório.
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No início da década de 70, Missões Nacionais concluiu que o papel das escolas no interior do país havia chegado ao fim. A escola batista em Carolina foi poupada, por ser bem conceituada na cidade e por contar com uma estrutura que atendia as exigências legais - faltando apenas implantar um curso fundamental completo. Para suprir esta carência, Dinalva voltou a estudar e conseguiu completar um curso superior, na área de estudos sociais. Nessa época, a escola batista ficou sob a direção geral do missionário Guenther Carlos Krieger. Dinalva continuou como professora e coordenadora das atividades internas a direção, até fevereiro de 1995, ano em que se aposentou.
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A missionária atuou em Missões Nacionais durante 37 anos ininterruptos, educando crianças e adolescentes. Era carinhosamente conhecida pelos funcionários e alunos do instituto como "prata da casa". Tal apelido não veio por acaso. Sua vida é um somatório de luta e dedicação pela obra missionária.
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Uma missão e uma só carne
Ser esposa de pastor e missionário é um ministério. Uma vida de abnegação, de desafios constantes, viajando pelo Brasil sem saber o que a aguarda são algumas peculiaridades reservadas àquelas que aceitaram dividir com o esposo a responsabilidade de plantar igrejas. Elenir Paz de Araújo é uma dessas mulheres. Sua vida é um incentivo para muitas que, apesar do amor, sentem medo de enfrentar os campos.
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Elenir nasceu em um lar evangélico. Seus avós perpertuaram a benção da salvação, ensiando os filhos e netos nos caminhos de Deus. Foi batizada aos 14 anos, pelo pastor Francisco Colares, quando em uma das viagens visitou a cidade de Ponte Alta, TO, um município simples, sem recursos, que não dava a seus habitantes de crescimento, tampouco havia uma igreja evangélica. Por esse motivo, dois anos após seu batismo, mudou-se com suas irmãs para Porto Nacional a convite do pastor Colares para que pudessem estudar e frequentar uma igreja. Apenas a mãe, já viúva, permaneceu em Ponte Alta. "Recebemos dele e de sua esposa, Nair, tudo que um pai e uma mãe poderiam dar ao filho. Foi muito bom para nós esta oportunidade", lembra Elenir.
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Pr Jovino e Elenir com as filhas
Mais tarde, mudou-se para Taquarussu, voltando a morar com a mãe, esta recém-chegada à cidade. Nesta ocasião, o pastor Jovino Araújo, missionário de Missões Nacionais, realizava um trabalho de plantação de igrejas na região. Enamorado, pediu a jovem em casamento. Elenir, a princípio, não aceitou o pedido. "Achei impossível aquela ideia, pois não me considerava capaz de ser esposa de pastor. Não tinha o preparo suficiente para aquela função". Persistente, Jovino insistiu, até que, na terceira vez, Elenir, que já devotava um sentimento obreiro, aceitou o casamento. A cerimônia foi realizada em 1957.
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Realizando a obra missionária, o casal foi transferido para o município de Cristalândia e Natividade. Sete anos após o trabalho em Natividade, o pastor Jovino começou a apresentar sinais de enfermidade. O quadro progrediu até que precisou ser transferido para Porto Nacional, onde recebeu cuidados médicos adequados. Ainda em tratamento, plantou igrejas e evangelizou muitas vidas, até que seu estado de saúde agravou e foi preciso se aposentar por não apresentar condições de desenvolver a obra missionária.
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Naqueles dias o trabalho era realizado de maneira bem rústica. "Meu esposo fazia viagens numa mula. Ele tratava daquele animal com todo cuidado. Foram muitas oportunidades que ele teve de sair e pregar, às vezes acompanhado de membros da igreja. Mesmo com dificuldade de transporte, nunca deixou de fazer a obra de Deus". A perseguição religiosa também foi uma ferramenta usada pelo diabo para dificultar o trabalho missionário. "Certa vez me preparava para ir à escola dominical, com minhas filhas, quando quase fui apedrejada dentro de casa. Eu estava próxima à janela, com minha filha no colo. Eram meninos que estavam sendo incentivados por líderes religiosos que não aceitavam o trabalho evangélico".
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Jovino faleceu em 1991. Ele tinha um problema cardíaco, além de reumatismo e pressão alta. Deus o sustentou e enquanto pôde frequentava a igreja, estando sempre pronto a fazer o trabalho de Deus. No clímax de sua enfermidade, ficou mais de oito anos sem condições de andar. "Nesta época já era aposentado e eu pude estar ao seu lado, ajudando nos momentos difíceis, de dores, até que chegou o momento de luto, a família missionária recebeu todo o apoio da Junta de Missões Nacionais. Em muitas ocasiões, Elenir recebeu visita do pastor David Gomes e de outros executivos que o sucederam. Hoje vive em Taquarussu e ainda trabalha para que Cristo seja proclamado.
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Fonte: Revista PATRIA PARA CRISTO - Ano LX nº 243