terça-feira, 30 de agosto de 2011

Campanha de Missões Estaduais GO . 2011

Campanha de Missões Estaduais 2011
GOIÁS



Tema: Junto Avancemos, anunciando Cristo em Goiás
Divisa: "Para que todos seja um, assim como Tu, ó Pai, o és em mim e eu em Ti; que também eles seja um em nós; para que o mundo creia que Tu me enviaste." (João 17:21)
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Comecemos com uma singela pergunta: o que uma Igreja local espera da sociedade na qual está inserida: NADA! Caso seja esta a resposta, provavelmente essa sociedade olhará para igreja e nada esperará dela. A contrapartida da sociedade que percebe a não integração da igreja é, com o tempo, desprezá-la.

Fica difícil pensar em numa igreja que tem uma missão local, no entanto, não se integra com a sociedade, nem sequer dialoga. Pela própria natureza da igreja, é impossível pensar nela e admiti-la rouca, muda, amuada, sem expressão e sem razão para existir onde está.

Quando sugerimos que a igreja local tem responsabilidades sociais, queremos afirmar que essa relação é inerente à missão da qual a igreja é detentora. A missão local de uma igreja é justificada quando se considera a sociedade ao seu redor. A riqueza da ênfase batista na autonomia local da igreja tangencia a contextualização de cada igreja para atender a sua realidade específica. Isto é, cada igreja batista deve observar o seu contexto social e agir para atender as suas realidades. Enquanto age, a igreja testemunha a sua fé e os seus valores.

A igreja, que age na sociedade de maneira consequente, pode e deve exigir dela coerência. A igreja, que participa para melhoria do bairro no qual está inserida tem autoridade para repreender os detratores do mesmo bairro. A igreja, que é administrada com lisura e transparência, pode e deve exigir órgãos públicos o mesmo proceder na condução da administração pública. A igreja, que cria programas eclesiásticos geradores de saúde física, mental e espiritual, pode e deve se transformar como uma frente ousada contra a cultura de morte. Diríamos mais, a sociedade espera isso de nós, igreja evangélica, igreja batista. Espera porque precisa.

É necessário que nos transformemos, enquanto igreja batista local, numa voz de autoridade nos contextos onde estivermos. Autoridade ética parece estar escassa, mais acentuadamente quando se refere a instituições. Há muita descrença nas instituições por conta dos interesses não declarados de certos associativismos. Então – pensam alguns – as instituições são contraditórias e não confiáveis, inclusive a igreja evangélica.

No caso da igreja batista local, ela é “chamada para fora’. A imagem negativa que a sociedade pode vir a criar da igreja, por certo, criará obstáculos enormes para o programa de evangelização da igreja.

Portanto, imagem social da igreja e cumprimento da missão local são questões integradas. Para desfazermos preconceitos construídos ao nosso respeito, só através da convivência.

Texto extraído e adaptado,
Da Campanha de Missões Estaduais CBGO | 2011
“PIB em Itumbiara, uma igreja ativa e atenta”



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