domingo, 3 de julho de 2011

Projeto Fábrica de Esperança - Senegal



Médicos-Missionários a serviço dos senegaleses

O casal missionário Humberto (ortopedista e traumatologista) e Elisangela Chagas (dentista), juntamente com a missionária Andreia Chrisóstomo (auxiliar de enfermagem), desenvolvem seus ministérios amenizando o sofrimento do povo. O carro-chefe do Projeto Fábrica de Esperança é a área da Saúde. O médico e a cirurgiã dentista usam suas profissões para abençoar os senegaleses e atendem pessoas que não têm acesso nem condições de pagar por uma consulta. No país tudo é muito caro e, para ter acesso a algum tratamento de saúde, só mesmo pagando (as únicas exceções são o teste de HIV e de tuberculose).

Um lugar para os talibês
Umas das metas do Projeto Fábrica de Esperança é alcançar meninos de rua e talibês da faixa etária entre 5 e 18 anos de idade, proporcionando-lhes atividades e recursos para o desenvolvimento físico, moral, social e espiritual. Tudo isso para mostrar aos senegaleses, de forma concreta, a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo.

A situação socioeconômica do Senegal, como de grande parte da África, é bastante limitada. Segundo dados do Unicef, cerca de 22% dos 12 milhões de habitantes vivem com menos de 2 Reais por dia e o número de pessoas socialmente vulneráveis predomina. Na capital Dacar as ruas lotadas de mercadores tornam a cidade um local de luta pela sobrevivência. Estima-se que 50% da população tenham menos de 18 anos de idade. A religião de 87% da população é o islamismo.

Resposta ao sofrimento do povo

As questões sociais se mesclam às espirituais e formam o cenário onde o Projeto Fábrica de Esperança tem trazido alívio e dignidade para muitas pessoas. É nesse contexto que os missionários brasileiros têm testemunhado da graça do Pai, especialmente às crianças.

Uma obrigação religiosa e cultural, bastante forte no país, é o ensino do Corão às crianças, feito por um marabu (líder religioso muçulmano). Por conta disso, muitos meninos - alguns com apenas três anos de idade - são enviados pelos pais para essas escolas, geralmente em outras cidades. Ali permanecem até os 15 anos, com pouco ou nenhum contato com a família. Esses meninos são chamados de talibês (discípulos). Eles passam o dia inteiro na rua, são obrigados a mendigar para o marabu, e sofrem maus-tratos se não conseguem dinheiro e donativos suficientes para seu mestre.

Expansão, uma urgência!
O Projeto Fábrica de Esperança já funciona com um pequeno centro médico-esportivo onde os missionários atendem crianças e adultos. Porém, a fim de atender às inúmeras necessidades dos senegaleses, a sua expansão é urgente. Por isso, a meta dos missionários é construir uma quadra poliesportiva, um centro médico, academia para reabilitação, um espaço para acolhimento de talibês e um local para cursos profissionalizantes. Assim, o amor vai sendo compartilhado com aqueles que precisam da graça do Pai.

O objetivo do Projeto Fábrica de Esperança é estar presente na comunidade, oferecendo atendimento médico e odontológico e atividade esportiva.

Necessidades da Fábrica de Esperança:
- Ampliação do espaço onde atualmente funciona o Projeto;
- Construção de uma quadra poliesportiva, um centro médico com quatro consultórios para atendimentos médicos e odontológicos;
- Construção de salas para: raio-x, enfermagem, fisioterapia, aulas, ateliês de artes, cursos profissionalizantes e um pequeno bloco cirúrgico;
- Uma casa para acolhimento e laboratório de prótese dentária;
- Academia para reabilitação e espaço para trabalho com meninos de rua, com área de lazer.

Ajude o Projeto Fábrica de Esperança com uma contribuição mensal ou dando uma oferta específica.

2122-1910 (de cidade com DDD 21) ou
0800 709 1900 (das demais cidades).
Ou através do e-mail: pam@jmm.org.br


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