quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

ENSINA-NOS A ORAR

Pastoral, em 08/01/2009

Um discípulo se aproxima de Jesus e solicita que ele o ensine a orar. Tal solicitação deveria ser reprisada por nós hoje, pois sempre haverá alguma coisa por aprender no tocante a oração e ao orar.

Por exemplo, precisamos entender que ao orarmos, o Senhor está mais interessado no relacionamento, nas disposições mentais que nas palavras. Orar é colocar aquilo que chamo de “eu profundo e invisível” diante de Deus. Tal qual um paciente que quebra seus mecanismos de defesa e abre o coração diante do terapeuta, assim devemos agir diante de Deus ao orarmos. Tal disposição interior faz bem para quem ora por maior que seja a nossa correta crença de que Deus conhece todas as coisas. Deus quer que ao orarmos coloquemos diante dele as nossas dúvidas, incredulidades, pecados que aos olhos dos outros são ocultos, etc. Ao fazermos isso estamos no caminho certo do aprendizado de como orar.
 
Junto a isto, devemos saber que orar é estabelecer vínculos profundos com Deus. Daí, a necessidade de saber quem é Deus verdadeiramente. Henri Nouwen escreveu: “Orar é caminhar na plena luz de Deus e dizer simplesmente, sem restrições: Eu sou humano e tu és Deus. Neste momento ocorre a conversa, a restauração do verdadeiro relacionamento. O ser humano não é alguém que , de vez em quando, comete um erro, e Deus não é alguém que, de vez em quando, perdoa. Não, os seres humanos são pecadores, e Deus é amor”.
 
Por fim, aprender a orar é saber quem é quem no processo de oração. Como venho dizendo, orar é manter um relacionamento aberto e franco com o Senhor, no qual cada um tem total liberdade de exercer o seu papel. Philip Yancey, no livro Oração; ela faz alguma diferença? (p.44), diz que um dos maiores exemplos de humildade e, acrescento, reconhecimento de papéis na oração, é quando eu chego à seguinte conclusão: quando oro eu sei que existe um Deus, e este Deus não sou eu. Portanto, assumamos nosso papel e deixemos que Deus assuma o dele. Aprendamos a orar e nos exercitemos nela. Os resultados serão indizíveis.
 
Seu amigo pastor David Baeta.
 
 
 
 
 

sábado, 25 de dezembro de 2010

Espalhem a Notícia


Baseado em Lucas 2:8-17

Há muitos e muitos anos, na pequenina Belém, existiam alguns pastores. Eles passavam a noite cuidando das ovelhas. Certa noite, quando o céu já estava bem escuro e quase todos dormiam, um forte clarão iluminou o céu. Os pastores levaram um susto daqueles. Eles ficaram apavorados e tremeram de medo.

No meio daquele clarão os pastores viram o anjo. O anjo falou que eles não precisavam ter medo, pois ele estava ali para dar uma boa notícia. Então, o anjou contou que o Salvador Jesus tinha nascido. A Bíblia conta que, quando aquele anjo acabou de falar, apareceu no céu uma porção de outros anjos. Os anjos cantavam e louvavam a Deus.

Depois que os anjos desapareceram no céu, os pastores saíram apressados. Eles foram procurar o menino. E como ficaram felizes quando encontraram Jesus! Então, quando voltaram para os campos, os pastores foram pelo caminho cantando e louvando a Deus.

Em muitos lugares do mundo, milhares de pessoas não vão celebrar o Natal de Jesus. Algumas não vão celebrar porque os governantes dos países onde vivem não deixam. Outras, porque nunca ouviram falar sobre o Rei Salvador. O mundo inteiro precisa saber que ele é o Filho de Deus, o Salvador, o Messias prometido.

É por isso que os nossos missionários estão nos campos. Eles estão espalhando que Jesus é o único Salvador. Por causa da pregação dos missionários, muita gente está se convertendo. É por isso que, este ano, muitas e muitas pessoas vão celebrar o verdadeiro Natal. Como os pastores de Belém, elas também poderão cantar e louvar a Deus pelo nascimento de Jesus. Você quer ajudar a espalhar a notícia?




Fonte: revista A COLHEITA - informativo do PAM
 - ano VII - nº 36 - Novembro/Dezembro 2010
(Espaço PAM KIDS)


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O Natal da missionária


Escrito por Redação
Ter, 21 de Dezembro de 2010

Elmira, vamos chamá-la assim, atendeu ao chamado de Deus para ser missionária. Preparou-se, foi nomeada e partiu para um país distante. Como dominava fluentemente o inglês, logo começou a fazer amizades e a se comunicar com as pessoas. Iniciou uma classe de inglês para as mulheres do local, mas não podia tocar no nome de Jesus. Qualquer pessoa daquele país que se tornasse cristã, logo era aprisionada e podia ser condenada à morte. Todo o cuidado era pouco. Quatro meses depois chegou o Natal. Era a primeira vez que Elmira passava um Natal longe da sua família, fora da sua igreja e distante da sua pátria. Seria grande imprudência colocar em seu apartamento qualquer símbolo do Natal. Os cartões de Natal que os amigos enviaram ficariam na sede da missão e só seriam entregues a ela quatro anos depois, quando ela fosse de férias. No dia 24 de dezembro, data em que sua família tradicionalmente cantava hinos natalinos, lia a história do Natal na Bíblia e orava agradecendo a Deus por ter enviado seu Filho ao mundo, a nostalgia bateu forte no seu coração. No momento em que o sol cerrou as cortinas e a noite desceu sobre a terra, Elmira sentiu uma profunda solidão. Sem que ela pudesse evitar, começou a chorar.

Inicialmente, foram apenas lágrimas quentes que escorreram pelas maçãs do seu rosto. O choro foi crescendo e se transformou em um pranto convulsivo, incontrolável, com gemidos da alma, sussurros que não eram de queixa, mas de saudade e solidão. Ajoelhou-se apoiada na cadeira, com frêmitos de angústia subindo de sua alma. “Meu Deus, meu Senhor, perdoa-me por este choro, mas eu não posso evitá-lo. Eu não posso festejar o Natal, não posso ouvir um CD de músicas de Natal, não posso desejar a ninguém um Feliz Natal... Ah, Senhor, estou me sentindo tão só. A única coisa que eu posso fazer é derramar diante de ti este meu pranto, esta minha dor”. Passaram-se alguns minutos e ela, ali ajoelhada, chorando, clamando e gemendo de uma dor que jamais poderia imaginar que alguém pudesse sofrer. De repente, ela ouviu uma voz. Não era uma impressão, uma sugestão ou ilusão da sua mente. Era uma voz audível de uma pessoa real. Ela não ousou abrir os olhos para ver quem lhe falava. E a voz falou: “Filha, Eu sou o motivo do Natal e estou aqui com você. Seja fiel até a morte e eu lhe darei a coroa da vida”. A voz calou. Elmira abriu os olhos e olhou em redor. Fisicamente, ela estava sozinha, mas sentia real, nítida, espantosa, a presença de Jesus como nunca havia sentido antes em sua vida. No seu coração pulsava um hino de vitória e ela falou em voz brilhante, ainda chorando, mas sentindo uma mudança completa no seu estado de espírito: “Jesus está comigo! Meu Deus! Este é o Natal mais feliz da minha vida. Obrigada, Jesus”.

Elmira se levantou, lavou o rosto, olhou-se no espelho e sorriu. Voltou para a sala no momento em que a campainha tocou. Temerosa, foi atender. Era uma das suas alunas de inglês acompanhada do marido. Traziam um embrulho, que passaram às mãos da missionária. Ela já entendia o idioma do país o suficiente para compreender que eles desejavam oferecer-lhe um bolo típico da terra e acrescentaram: Nós sabemos que esta é uma data especial para você e resolvemos fazer-lhe esta visita. Também queríamos que você nos falasse um pouco sobre o Natal. Elmira mal podia acreditar no que estava ouvindo. Pela primeira vez desde que chegara àquele país, ela estava sendo procurada por pessoas que desejavam saber sobre o Natal e sobre Jesus. Enquanto ela clamava sozinha em seu quarto, o Espírito estava soprando em outro ponto da cidade. Acomodaram-se na sala. O casal visitante percebeu o brilho nos olhos da missionária e ouviu com interesse o que Elmira lhes falou sobre o significado da vinda de Jesus ao mundo. Ao final, na despedida, enquanto saía, o casal disse à missionária: “Happy Christmas” (Feliz Natal). Elmira sorriu e respondeu: “Happy Chrismas”. Agora sua alma pulsava de alegria, o coração querendo explodir no peito. Com este relato, desejo enviar votos de um Feliz natal aos amados missionários de todo o mundo.

João Falcão Sobrinho



domingo, 19 de dezembro de 2010

Radical - VOLUNTÁRIOS SEM FRONTEIRAS


O que é?

Com a finalidade de contribuir para que uma oportunidade se transforme em realidade, a JMM pensou em uma estratégia diferenciada de fazer missões, implantando em 2003 o Projeto Radical África. Trata-se de um novo paradigma missionário, que tem como objetivo enviar jovens evangélicos para atuarem em diferentes regiões do mundo, especialmente entre os povos não-alcançados, sinalizando o Reino de Deus através da proclamação e do serviço em favor da vida e da promoção da dignidade do homem, conforme os padrões estabelecidos por Deus.

Inicialmente o objetivo era trabalhar com as comunidades com os mais baixos IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) segundo a ONU e que estão situadas no Norte da África. No entanto, o aumento crescente de candidatos e convites de parcerias para implantar o projeto em outras regiões e contextos, nos levou a ampliar o programa para outros continentes e a rebatizá-lo com o nome "Voluntários Sem Fronteiras". Com isso, contabilizamos mais de 100 jovens distribuídos entre as quatro equipes do Radical África (6 enviadas e uma em treinamento), 3 turmas do Radical Luso-Africano e 4 do Radical Latino-Americano.

Visão

O Projeto Radical – Voluntários Sem Fronteiras visa exercer o papel de agente propulsor de um grande despertar e de treinamento da juventude evangélica batista para o trabalho missionário, para viver e anunciar o Evangelho de Jesus Cristo, de tal forma que suas vidas e ministérios sejam a real tradução das palavras de despedida do apóstolo Paulo aos líderes de Éfeso: “Em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (Atos 20.24).

Missão

Capacitar o jovem vocacionado para anunciar o Evangelho de Jesus Cristo através da proclamação e do serviço em defesa da vida e da promoção da dignidade do homem, conforme missão anunciada em Isaías 61:
“O Senhor Eterno me deu o seu Espírito, pois ele me escolheu para levar boas notícias aos pobres.
Ele me enviou para animar os aflitos, para anunciar a libertação aos escravos e a liberdade para os que estão na prisão. Ele me enviou para anunciar que chegou o tempo...
Ele me enviou para consolar os que choram, para dar aos que choram em Sião uma coroa de alegria, em vez de tristeza, um perfume de felicidade em vez de lágrimas, e roupas de festa em vez de luto.”

Conceito

O conceito do projeto é formar e enviar o “missionário mochileiro”, em grupo, para causar impacto nas comunidades locais, interagindo com os nacionais, através de suas vidas transformadas e moldadas conforme o caráter de Cristo.

Quanto à denominação de "Voluntários Sem Fronteiras" com que passamos a chamar o jovem enviado ao campo missionário, trabalhamos com o conceito utilizado pelo voluntariado internacional e que, por sua vez, se aproxima da definição de voluntário proposta por Aurélio Buarque de Holanda, que o descreve como sendo um sujeito de "vontades" e "espontâneo".




sábado, 18 de dezembro de 2010

Missionários do Radical África 7 já estão no Noroeste da África

Por Sérgio Dias
17 de dezembro de 2010

A equipe de missionários do Projeto Voluntários Sem FronteirasRadical África 7 chegou, no início de dezembro, ao país do Noroeste da África o qual estavam designados. De acordo com o casal missionário da JMM naquele país, que supervisionará o grupo, os jovens chegaram em segurança e a viagem transcorreu sem transtornos.

Entretanto, no entendimento do casal, os Radicais chegaram ao país em um momento amplamente favorável. O processo de eleição do novo presidente, que teve fechamento das fronteiras, toque de recolher e o risco de uma guerra civil, terminou sem maiores problemas, apesar do clima de tensão no país. “Tudo está em paz atualmente e a vida voltou ao normal. O candidato perdedor foi muito sábio e maduro ao aceitar o resultado oficial. Louvamos a Deus pela Sua ação poderosa neste país e também agradecemos pelas orações”, disse o missionário da JMM.

Além das preocupações causadas pelo clima político, outros problemas aconteceram ao mesmo, levando o casal e os Radicais a entenderem que o inimigo estava tentando atrapalhar a chegada do grupo. “O pneu do carro furou, tivemos uma pequena batida e até o volante quebrou! Em tudo isso constatamos que o inimigo estava mais do que furioso com a chegada de mais missionários, mas vimos, acima de tudo, a mão poderosa do Senhor agindo nesta situação e nos livrando do mal e cuidando da chegada dos Radicais. Deus tem uma obra muito grande para fazer através desta equipe aqui neste país!”, contou.

Neste fim de ano, a equipe missionária da JMM deixa uma mensagem aos crentes brasileiros. “Desejamos nosso Feliz Natal a todos vocês, na esperança de que nesta comemoração o amor de cada um por Cristo e Sua obra aumente ainda mais”.



terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Receita para o sucesso


Narizes torcidos e lábios contraídos — algumas vezes essa é a reação de minha família quando cozinho; especialmente quando tento algo novo na cozinha. Recentemente, tive uma experiência interessante com uma versão singular de uma receita de macarrão com queijo. Anotei rapidamente os ingredientes e guardei a receita para futuras oportunidades. Sem a sequência de instruções, eu sabia que a receita seria um fracasso.

Sem as instruções de Deus, Josué teria fracassado ao liderar os israelitas à Terra Prometida. O primeiro passo era “ser forte e corajoso” (Josué 1:6). A seguir, deveria meditar continuamente no Livro da Lei, e finalmente, deveria fazer tudo o que o livro dizia. Enquanto Josué seguisse as orientações, tinha de Deus a promessa de ser “bem-sucedido” (v.8).

A “receita do sucesso” de Deus pode funcionar para nós também, mas a ideia que Ele tem de sucesso tem pouca relação com dinheiro, popularidade ou até mesmo boa saúde. No original hebraico, “e serás bem-sucedido” significa “você agirá com sabedoria”. Assim como Deus chamou Josué para caminhar em sabedoria, Ele também nos diz “…vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios…” (Efésios 5:15).

Conforme somos encorajados no Senhor, nos alimentamos de Sua Palavra e o obedecemos, temos a receita para o sucesso divino que é melhor do que qualquer receita que poderíamos preparar sozinhos.

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A receita para o sucesso espiritual exige a obediência à Palavra de Deus.
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ODB: Recipe for Success



This Book of the Law shall not depart from your mouth, but you shall meditate in it day and night . . . . Then you will have good success. —Joshua 1:8 

Wrinkled noses and puckered lips—sometimes this is my family’s reaction to my cooking, especially when I’m trying something new in the kitchen. Recently, I had a breakthrough with a unique version of macaroni and cheese. I jotted down the ingredients and tucked the recipe away for future reference. Without that set of instructions, I knew the next batch would be a flop.

Without God’s instructions, Joshua would have failed at leading the Israelites into the Promised Land. The first step was to “be strong and of good courage” (Josh. 1:6). Next, he was to continually meditate on the Book of the Law, and finally, he was to do everything it said. As long as Joshua followed the directions, God promised him “good success” (v.8).

God’s “recipe for success” can work for us too, but His idea of success has little to do with money, popularity, or even good health. In the original Hebrew, “then you will have good success” means “then you will act wisely.” Just as God called Joshua to walk in wisdom, He wants us to “walk circumspectly, not as fools but as wise” (Eph. 5:15).

As we take courage in the Lord, feast on His Word, and obey Him, we have a recipe for godly success that’s better than anything we could cook up on our own.
- Jennifer Benson Schuldt
 
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Obedience to God’s Word is the recipe for spiritual success.
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RECETTE DU SUCCÈS

Ma famille réagit parfois à ma cuisine en plissant le nez et en pinçant les lèvres, surtout quand j’essaie une nouvelle recette. Dernièrement, j’ai merveilleusement bien réussi une version unique de macaroni au fromage. J’en ai noté les ingrédients et j’ai mis la recette de côté en vue d’un autre repas. Sans ces instructions, je savais ma prochaine réussite impossible.

Sans les instructions de Dieu, Josué ne serait pas parvenu à conduire les Israélites en Terre promise. Le premier pas qu’il devait faire était celui-ci : « Fortifie-toi et prends courage » (Jos 1.6). Ensuite, il devait sans cesse méditer le livre de la loi. Pour terminer, il devait faire tout ce que ce livre préconisait. Tant que Josué suivrait les directives de Dieu, il « [aurait] du succès dans [ses] entreprises » (v. 8).

La « recette du succès » de Dieu peut nous réussir également, mais sa conception du succès n’a pas grand-chose à voir avec l’argent et la popularité, ni même une bonne santé. Dans la version originale hébraïque, « c’est alors que tu auras du succès » signifie «alors que tu agiras avec sagesse ». Comme il a appelé Josué à marcher dans la sagesse, Dieu veut que nous nous « [conduisions] avec circonspection, non comme des insensés, mais comme des sages » (Ép 5.15).

Si nous puisons notre courage en Dieu, nous nous délectons de sa Parole et nous lui obéissons, nous avons une recette du succès spirituel qui vaut mieux que n’importe quelle autre recette de notre cru.

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L’obéissance à la Parole de Dieu est la recette du succès spirituel.
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Рецепт успеха

Сморщенные носики и скривленные губки – так порой реагирует семейство на мои кулинарные эксперименты. Но недавно я имела несомненный успех, изобретя уникальное сочетание макарон и сыра. Выслушав благодарности и похвалы, я тщательно записала рецепт на будущее. Без него в следующий раз я, наверняка, снова увидела бы знакомые гримасы.

Без Божьих указаний Иисус Навин также потерпел бы неудачу в своем деле – ввести израильтян в землю обетованную. Первое указание – быть твердым и мужественным (И. Нав. 1:6). Затем вождь должен был постоянно размышлять над книгой закона, а также тщательно исполнять все, что в ней написано. При соблюдении этих условий Бог обещал успех во всех путях.

Этот рецепт применим и к нашим условиям, но библейское понятие успеха имеет мало общего с деньгами, известностью или здоровьем. Успех для Иисуса Навина заключался в том, что, следуя Божьему закону, он поступал бы благоразумно. Так и мы призваны поступать “осторожно, не как неразумные, но как мудрые” (Еф. 5:15).

Облекаясь мужеством в Господе, утверждаясь на Его Слове и повинуясь Ему во всем, мы получаем рецепт успеха, который будет лучше всего, что бы мы ни придумали собственным умом. — JBS

Все, что ум плотской создал, пропадет,
Как бы грешник ни восстал, упадет,
Не умножат дней пустых зло и грех;
И лишь Божиих святых ждет успех. — Анон

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Послушание Божьему Слову – рецепт духовного успеха
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Receta para el éxito


Narices fruncidas y caras de asco… A veces, así reacciona mi familia ante la comida que preparo; en especial, cuando estoy probando algo nuevo en la cocina. Hace poco, tuve mucho éxito con una versión exclusiva de fideos con salsa de queso. Anoté los ingredientes y guardé la receta para consultarla en el futuro. Sin esas instrucciones, sabía que la próxima tanda sería un fracaso.

Sin las instrucciones de Dios, Josué habría fracasado al guiar a los israelitas para entrar en la tierra prometida. El primer paso era esforzarse y ser valiente (Josué 1:6). Luego, tenía que meditar constantemente en el libro de la ley. Y por último, debía hacer todo lo que ese libro decía. Mientras Josué siguiera las instrucciones, Dios le prometió que tendría «éxito» (v. 8).

La «receta para el éxito», que Dios ofrece, puede funcionar también para nosotros. Sin embargo, su idea del éxito tiene poco que ver con el dinero, la popularidad o, incluso, la buena salud. En el texto original hebreo, «y tendrás éxito» significa «entonces actuarás con sabiduría». Así como Dios llamó a Josué para que caminara sabiamente, también desea que nosotros andemos «con diligencia […], no como necios sino como sabios» (Efesios 5:15).

Si somos valientes en el Señor, disfrutamos de Su Palabra y lo obedecemos, tenemos una receta para el éxito espiritual mejor que cualquier otra cosa que elaboremos por nuestra cuenta.

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Obedecer la Palabra de Dios es la receta para el éxito espiritual.
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domingo, 5 de dezembro de 2010

PAM - Empreendedor


Você sabe qual é o melhor investimento para o seu negócio?

VIDAS!

 
A cada dia surgem novas formas de apoiar os missionários e seus projetos no campo. A modalidade PAM - Empreendedor é uma destas maneiras. Como pequena, média ou grande empresa seu negócio pode encaminhar recursos para o missionário no campo.

Desenvolvendo uma atividade informal, empresa familiar ou como uma grande corporação, os cristãos empreendedores no Brasil podem servir a Deus com uma parte dos recursos que Ele lhes têm dado. Reunindo seus colaboradores periodicamente, você poderá apresentar o missionário ou projeto que sua empresa adotou. E com os informativos que lhe enviaremos poderá relatar o que tem acontecido através do esforço de todos.
 
As metas principais da JMM até 2012 são:
  • Abrir 21 novos campos missionários (totalizando 80 campos);
  • Evangelizar para alcançar 60 mil decisões por Cristo;
  • Abrir 2.000 frentes missionárias;
  • Plantar 200 novas igrejas (principalmente entre povos não-alcançados);
  • Enviar 200 novos missionários (totalizando 800 obreiros);
  • Aumentar o número de intercessores.

Caso precise de mais informações, ou de material de mobilização, estamos ao seu dispor através dos contatos:
0800 709 1900 (ligação gratuita para cidades fora do RJ) e
2122-1901 (cidades com DDD 21) ou
pelo e-mail pam@jmm.org.br
Rua Senador Furtado, 71 - Praça da Bandeira
Rio de Janeiro - RJ . Cep.: 20270-021
Tel.: (21) 2122-1900 - Fax (21) 2122-1911




Com você e seu grupo avançaremos ainda mais!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Trufas Missionárias


Damos graças a Deus por vidas como a das irmãs Maria José e Eunice Ferreira da Primeira Igreja Batista de Araruama (RJ) que, juntas, movem o coração de Deus investindo na obra missionária.

Possuidora de dotes culinários admiráveis, irmã Maria José, que é famosa por ser uma ótima doceira, viu em sua habilidade uma forma servir ao Senhor por meio da venda de trufas, porém, ela não sabia como fazer para vendê-las, pois sua timidez prejudicaria as vendas. Foi então que sua amiga, Eunice Ferreira, também mobilizada pelo amor à obra missionária, se colocou à disposição não só para vender as trufas, mas para fazer toda a propaganda do produto e garantir sua venda.

Pela graça do Senhor, a parceria destas duas amigas fez sucesso. A irmã Maria José faz as trufas de diversos sabores e repassa para irmã Eunice, que vende as guloseimas no fim do culto, às quartas-feiras. As amigas, empreendedoras missionárias, têm sido abençoadas, e todos os dias em que as trufas são vendidas, esgotam a mercadoria e todo dinheiro que é arrecadado é revertido para o sustento da obra missionária.

No mês de setembro, durante a divulgação da campanha de Missões Nacionais, a igreja recebeu a visita do gerente regional de missões do Rio de Janeiro, pastor Cleber Sebastião de Souza e sua esposa, Cláudia, que também foram abordados pela irmã Eunice a fim de provarem as guloseimas. Os missionários parabenizaram as irmãs pela iniciativa e puderam conferir pessoalmente que, além de abençoar vidas com esta atitude, também abençoam os que compram as trufas, que, segundo eles, são excelentes.

Fonte: revista PAM BRASIL
 - ano 3 - edição 08 - Novembro/ Dezembro 2010



É bom dizer "MUITO OBRIGADO"

"( ) e prostou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus agradecendo-lhe ( )". Lucas 17:16

Por mais que se diga que caminhar faz bem à saúde, a maioria de nós prefere andar de ônibus ou de carro. É muito mais confortável, você concorda? Mas nem sempre foi assim. Houve uma época em que as pessoas eram obrigadas a caminhar longas distâncias. Caminhavam, não por esporte, lazer ou para melhorar as condições físicas. Caminhavam por necessidade.

No tempo de Jesus não havia os meios de transportes que conhecemos hoje. Jesus não era rico. Nem mesmo possuía um jumentinho. Suas viagens, curtas ou longas, eram feitas a pé.

A Bíblia conta que, numa dessas viagens, Jesus encontrou-se com dez leprosos. A lepra era uma doença muito grave e contagiosa. O leproso era obrigado a viver distante das pessoas.
 
Jesus viajava para Jerusalém quando se aproximou de certa aldeia, dez leprosos saíram ao encontro dEle. De longe aqueles homens reconheceram Jesus e começaram a gritar. Eles pediam para ser curados. Cheio de compaixão, Jesus curou aqueles dez homens. Ah! Como ficaram contentes! Agora, sim, podiam voltar para casa. Dos dez, só um se lembrou de dizer: "muito obrigado, Jesus!".

Sabe, nada pode alegrar mais a Deus do que um coração agradecido. Devemos sempre dizer "muito obrigado, Jesus" pelas coisas que recebemos do Senhor. Devemos dizer "muito obrigado" pela saúde, pela alimentação e pelo vestuário. Devemos dizer "muito obrigado" pela salvação.

Agora, queremos convidar você para, juntos, dizermos "muito obrigado, Jesus".

Para cada cor da letra é um país. (clique na imagem para ampliar)

Fonte: revista A COLHEITA - informativo do PAM
 - ano VII - nº 35 - Setembro/Outubro 2010
(Espaço PAM KIDS)

domingo, 21 de novembro de 2010

STBNB - Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil


108 anos do STBNB: abordagem histórica e desafios do mais antigo seminário batista brasileiro (*Zaqueu Moreira de Oliveira) .

Introdução
O Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil (STBNB) é assim chamado por ser o Brasil, na ocasião de sua fundação, dividido apenas em duas regiões, Norte e Sul. Ele foi criado e continua atuando na cidade do Recife, Pernambuco, portanto, no Nordeste. Foi o primeiro seminário batista da América Latina, sendo também pioneiro entre os evangélicos em diversas áreas do saber teológico.

1. Fundação e dificuldades
O STBNB nasceu como resultado da visão do judeu-russo Salomão Luís Ginsburg, missionário vinculado à Junta de Richmond, nos Estados Unidos . Quando Ginsburg foi transferido do Estado do Rio de Janeiro para Pernambuco, em 1900, recebeu a incumbência de continuar uma classe teológica, com quatro moços, iniciada em 1899 por W. E. Entzminger. Aceitou o desafio, olhando para frente e desejando muito mais: um seminário. Foi a sua visão que o levou a escrever, ainda em 1899, que o salário de um missionário norte-americano daria para sustentar dois ou três pastores “nativos”, e com vantagem, porque eles falavam bem a língua e conheciam os costumes do povo, facilitando o relacionamento e a comunicação . Mais tarde, em 1901, Ginsburg argumenta que o Brasil batista deveria ser dirigido por brasileiros e não estrangeiros: “Irmãos, se o Brasil deve ser convertido, será com a participação ativa dos brasileiros. Portanto, permita-nos preparar homens, assim que em um futuro próximo eles possam ser capazes de tomar os nossos lugares” .

Assim, Ginsburg terminou por dirigir a cerimônia de instalação do primeiro seminário batista no Brasil, a 1º de abril de 1902, cuja ata, escrita por Emílio Kerr, foi publicada em O Jornal Baptista ainda em abril do mesmo ano. O objetivo da nova instituição foi expresso por ocasião de sua fundação, quando o primeiro diretor, Jefté Hamilton, disse: “O Seminário não faz ministros, pois é Deus quem chama. [...] É muito honroso e louvável ser pregador do evangelho; mais do que ser um grande político ou presidente da República” .

As dificuldades enfrentadas pelos que criaram o Seminário do Norte não foram poucas. Logo de início outros missionários no Brasil conseguiram o referendo dos Batistas do Sul dos Estados Unidos para que existisse apenas um seminário no país, e este fosse no Rio de Janeiro. Essa idéia foi aprovada na primeira assembléia da Convenção Batista Brasileira, em 1907, que resolveu fundar o Colégio e o Seminário do Rio, conforme ocorreu em 1908. Com isso, as verbas de Richmond minguaram, mas o Seminário em Recife nunca deixou de existir, graças à tenacidade de Ginsburg, auxiliado por homens como D. L. Hamilton, H. H. Muirhead e W. C. Taylor, que terminaram por levar a CBB, em 1918, a receber o STBNB como uma de suas entidades.

Outro grande problema enfrentado pelo Seminário em Recife foi o choque entre brasileiros e americanos, no chamado Movimento Radical. No auge da crise, em 1923, houve o êxodo de quase todos os alunos do Seminário, ficando apenas dois. Crise semelhante ocorreu em 1940, caindo o número de alunos para 8 em 1941. Novos problemas com motivos diferentes surgiram em 1985 e 1990. As dificuldades ocorridas entre 1939 e 1941 terminaram quando o missionário João Mein, em 1942, assumiu a direção da instituição.

2. Dos Meins aos nossos dias
João Mein dirigiu o STBNB até o ano do cinqüentenário, em 1952, sendo substituído em 1953 por seu filho, David Mein. Nos 32 anos de sua administração, David Mein ampliou a área física e criou, em 1960, os cursos de Educação Religiosa e de Música Sacra. O Seminário do Norte, que havia formado os primeiros Mestres ainda em 1918 e uma vintena de outros na década de 1930, voltou a oferecer Mestrado em Teologia em 1970 (Atualmente o STBNB não está oferecendo o Mestrado em virtude de Portaria do MEC). Também, sob a direção de David Mein, o Seminário se tornou a primeira instituição a ter os Curso Livre em Teologia reconhecido pela Associação de Seminários Teológicos Evangélicos (ASTE), e se tornou de Utilidade Pública nas esferas estadual e municipal. Depois de David Mein, o Seminário do Norte teve seis reitores efetivos, sendo dois norte-americanos quatro brasileiros .

A partir de 1991, o Seminário tem sido administrado continuamente por brasileiros, sendo Dr. Roberto Schuler o quarto desde então. Neste período, houve também problemas, sendo o maior deles relacionado com a transição do sustento, que vinha da Junta de Richmond, para a independência financeira. Desde 1997, só contamos com verbas do Brasil, em sua maioria provenientes de taxas pagas pelos alunos. Ainda hoje não foi desenvolvida a consciência da necessidade que os alunos têm de receber ajuda de suas igrejas. Contudo, o STBNB prossegue vitorioso em sua jornada, vivendo os dias presentes e enfrentando os muitos desafios deste novo século. Mesmo com a escassez de verbas, em 1997 foi criada a STBNB Edições, que hoje tem 27 títulos publicados, incluindo alguns já em segunda edição e nove números do novo Caderno Teológico, Reflexão e Fé.

Conclusão
Nos 108 anos do STBNB, cerca de 2.600 alunos receberam diplomas em nível de graduação e pós-graduação, além de outros 2.500 que têm participado em cursos de menor extensão e densidade curricular, obtendo preparo para um melhor serviço nas igrejas e comunidades espalhadas em zonas urbanas e rurais do Brasil, de outros países da América do Sul, América Central, América do Norte, Europa, Ásia e África.

Como acontece em outras instituições, na sua história estão lutas, crises e derrotas. Mas também está a vitória que só encontramos através de nosso Senhor Jesus Cristo (1Co 15.57). É a liderança batista brasileira que se formou e se tornou influente nas várias esferas da sociedade. É a consciência missionária da responsabilidade de atingir o mundo com a mensagem de fé e amor. É a persuasão de que podemos seguir em frente, andar com nossos pés, criar nossos modelos. É a convicção de que refletimos, pensamos e agimos, tendo em mira o Senhor Jesus Cristo. Assim nos incumbe aceitar os desafios, para que, transpondo os obstáculos que se nos apresentam, cheguemos ao “prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.14).

Educação teológica! Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil! Nele há muita história e inúmeros desafios, repletos de perplexidade, esperança, reflexão, serviço e fé. Pois “esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo 5.4).

Rua Padre Inglês, 243 - Boa Vista
cep.:50050-000 _ Recife - PE
(81) 3366-3277




sábado, 20 de novembro de 2010

FABAT - Faculdade Batista do Rio de Janeiro



A FACULDADE BATISTA DO RIO DE JANEIRO (FABAT) é uma instituição de ensino superior mantida pelo SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA DO SUL DO BRASIL (STBSB), que, por sua vez, integra o sistema educacional da Convenção Batista Brasileira.


HISTÓRIA CENTENÁRIA

A história do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, instituição fundadora e mantenedora da Fabat, remonta ao final do século 19, quando o protestantismo fincou raízes definitivas no solo brasileiro.

Em 16 de agosto de 1891 chegou ao Rio de Janeiro o missionário norte-americano J.J. Taylor. Enquanto atuava como pastor interino na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, dirigia, também, um pequeno seminário na sua própria residência. Foi assim que vários dos primeiros pastores das Igrejas Batistas do Brasil receberam a sua formação teológica.

Em 1907, na cidade de Salvador, durante a primeira Assembléia da Convenção Batista Brasileira, decidiu-se pela criação do Colégio Batista na cidade do Rio de Janeiro, tendo como Presidente (ou diretor) o missionário Dr. John W. Shepard. Seu alvo era a criação de uma universidade batista, que incluiria a formação teológica. Por isto, na estrutura inicial do Colégio existia um Departamento Teológico, que, já no ano seguinte (1908), receberia o nome de SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA DO SUL DO BRASIL. Em 1936, o Seminário tornou-se independente do Colégio Batista, numa sede própria com área total de cerca de 66.000 m2. Seu único curso era o de teologia. Em 1963, para atender às demandas das igrejas, foi criado o curso de Música Sacra.

Atualmente, o Seminário do Sul oferece, através da Fabat, o curso de Pedagogia, recenhecido pelo MEC em 2006, e os cursos de Graduação em Teologia e Licenciatura em Música, ambos autorizados e à espera do reconhecimento pelo MEC.



Rua José Higino, 416 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
Caixa Postal 24060 - Cep.: 20510-412
Fone/Fax: (21) 2570-1833



ICER - Instituto Carioca de Educação Religiosa

Assista o vídeo, e saiba um pouco da história do ICER:




Primeira Igreja Batista de Moça Bonita
Rua Tirana, 28 - Padre Miguel
Rio de Janeiro - RJ
(21) 3335-0639



sexta-feira, 12 de novembro de 2010

SEC - Seminário de Educação Cristã



História
Em 1917 uma amazonense decidiu vir a Recife para estudar a Bíblia. Foi grande a sua surpresa ao constatar que as escolas existentes, Colégio Americano Batista e STBNB, não aceitavam mulheres como alunas. Ela porém estava determinada a obedecer a voz de Deus e a não sair daqui até que tivesse recebido o preparo adequado para exercer sua atividade de professora da Bíblia junto às suas crianças no Amazonas. O casal Taylor hospedou Josefa Silva em sua casa, organizando a primeira escola feminina do Brasil para estudo da Bíblia. A princípio recebeu o nome de Escola da Bíblia, formando duas alunas, em 1918, Josefa Silva e Anísia Duclerc.

Os anos foram passando e uma simples escola, que começou com duas alunas, e em 1920 mudou de prédio e de nome para Trainnig School, já contava já com um número expressivo de alunas.

Em 1922 passou a se chamar Escola de Trabalhadoras Cristãs, e funcionava em uma área bem maior, abrigando e formando cada vez mais alunas de todo o Brasil.

Em 1958, formou-se a primeira aluna com grau de Bacharel em Educação Religiosa, Marialva Gonçalves razão porque a Escola recebeu o nome de Seminário de Educadoras Cristãs, continuando com o firme propósito de preparar mulheres vocacionadas. Em 1994 passou a chamar-se Seminário de Educação Cristã, e desde então o SEC recebe alunos nos mais diversos cursos oferecidos ampliando assim a visão de preparo também para obreiros vocacionados.

Com o passar dos anos o currículo foi sendo aperfeiçoado enriquecido cada vez mais, dando lugar às habilitações.

A ênfase no Ministério Social Cristão aconteceu com a chegada da missionária Edith Vaughn, a qual fundou a Casa da Amizade, em 1954 que atua em favor da comunidade sendo também  um local  para treinamento das alunas que se têm dedicado ao Ministério Social Cristão. A Casa da Amizade desenvolve atividades com as mães, escola para crianças, área de saúde e cultural espiritual entre outras.

O ensino da música com vistas à formação do educador sempre esteve presente no currículo do SEC. As alunas do Bacharelado em Educação Religiosa cursavam piano, canto e regência. Foram organizados o Coro do SEC e o conjunto de sinos, com a chegada dos primeiros sinos no Brasil.

O SEC tem sido uma instituição missionária desde a sua fundação. Nossos filhos e filhas são educados com a visão missionária. Temos a alegria de ter enviadoa aos campos missionários vários alunos, em convênio com as juntas missionárias da CBB, CBPE  e de outros estados brasileiros.

Em 1996, foi organizado no SEC o primeiro Centro de Missões entre os Batistas Brasileiros, o CETEMI - Centro de Estudos Transculturais e Missão que existe para promover a inspiração e a conscientização missionária e ajudar na reflexão missiológica sobre a tarefa da igreja de Cristo no mundo. O CETEMI promove vigília, palestras e treinamento para promotores de missões em parceria com a CEVAM, JMM e JMN. Também tem servido de espaço para preparo e treinamento dos missionários da JMN.

Por onde andam nossos ex-alunos? Espalhando o Reino de Deus e reafirmando o ministério educacional do SEC, nos municípios da Região Norte, Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil e ao redor do mundo. São Ministros de Educação Cristã, Ação Social e Música das igrejas, secretárias, missionárias, professores de colégios e universidades. São dirigentes de centros sociais, de creches ou estão liderando os Centros Missionários de nosso país. São missionários da JMN, JMM e JMEstaduais. Muitos em países estrangeiros pregando o evangelho a toda a criatura, enquanto outros estão aqui segurando as cordas, promovendo missões, formando sempre nova geração de obreiros...

Tudo isso graças a ousadia da aluna Josefina Silva e do empenho de funcionários, professores e reitoras que contribuíram e continuam contribuindo para o desenvolvimento de vidas para a obra do Senhor.



Para mais informações:
Seminário de Educação Cristã
Rua Padre Inglês, 143 - Boa Vista - Recife - PE
Cep.: 50050-230 - Email: admin@sec.org.br


CIEM - Centro Integrado de Educação e Missões

História
O Centro Integrado de Educação e Missões tem uma abençoada história de 87 anos preparando servos de Deus para cumprir a missão que Deus deixou para o seu povo, de proclamar as Boas Novas de salvação em Cristo Jesus e ensinar a sua Palavra.

A sua inauguração se deu no dia 10 de março de 1922, como um Departamento do Colégio Batista Brasileiro e recebeu o nome de Escola Teológica para Obreiras com o objetivo de preparar moças para as várias atividades na igreja. O Jornal Batista de 23/03/1922, em sua edição nº 12 publica a seguinte nota: "A Escola Teológica para Obreiras Batistas fundada há dias, já está recebendo matrícula de muitas jovens. Poucos anos nos separam para vermos os resultados dessa novel instituição, pelo vasto campo brasileiro."

A 1ª turma de formandas em 1928, cujos nomes aparecem no livro do Curso Religioso do Colégio Batista Brasileiro, Escola de Obreiras, foi formada pelas alunas: Florentina Silva, Nicéia Miranda (mais tarde Nicéia Soren), Umbelina Ferreira e Waldemira Almeida (mais tarde Waldemira Mesquita). Essa formatura ocorreu no ano de 1928.

Em 1941, a Escola de Obreiras passou a ser administrada pela União Geral de Senhoras e no ano seguinte seu nome foi alterado para Instituto de Treinamento Cristão para Moças. Em abril de 1949 foi inaugurado o prédio do Instituto de Treinamento Cristão sob a direção da missionária Dorine Hawkins. Durante a sua administração, muitas alunas foram preparadas e vários melhoramentos foram efetuados, inclusive a construção do Auditório "Esther Silva Dias".

Em 1954 é inaugurada a Casa Batista da Amizade, com a finalidade de atender as carências sociais, emocionais e espirituais dos moradores do Morro do Encontro e adjacências. Através dos anos, muitas alunas serviram ao Senhor, como estagiárias na CBA, atendendo as crianças, dando aulas e evangelizando. Atualmente esta Instituição é administrada pela educadora Márcia Fernandes Kopanyshyn, formada pelo IBER.

Em 7 de dezembro de 1965, o nome do Instituto de Treinamento Cristão foi mudado para Instituto Batista de Educação Religiosa. Com a saída de Dorine Hawkins em 1976, a missionária Alma Elizabeth Oates assumiu a direção continuando o trabalho de Dorine. Durante a sua gestão foi inaugurado, em 1982, o prédio que recebeu o nome de Dorine Hawkins Stewart. Nesse prédio funcionam as salas de aula, a biblioteca e a administração.

Após 18 anos como diretora do IBER, Elizabeth Oates passou o cargo para uma brasileira e no dia 5 de março de 1995, a missionária Diana Maria Bonfim Minho, que trabalhava há 24 anos com a Junta de Missões Nacionais, assumiu a direção do IBER. Em julho de 1996 teve início o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Educação Religiosa.

Em 5 de agosto de 2002, a União Feminina Missionária Batista do Brasil decidiu, em assembléia nacional, que a Instituição ampliaria seu campo de preparo para formar missionários nacionais e internacionais, além de educadores religiosos. Mais uma vez, o nome da Instituição precisou ser adequado à sua função e passou a chamar-se CENTRO INTEGRADO DE EDUCAÇÃO E MISSÕES – CIEM. Foi convidada para assumir a direção da Instituição a missionária Maria Bernadete da Silva, com experiência na área de ensino e também no campo missionário. Parcerias com as Juntas de Missionárias da Convenção Batista Brasileira foram estabelecidas, adaptações foram feitas para acomodar também famílias e rapazes vocacionados. Neste ano, foram acrescidos cursos de missões em níveis de graduação e pós-graduação.

Ensino

Mais informações:
Centro Integrado de Educação e Missões
Rua Uruguai, 514 - Tijuca - Rio de Janeiro, RJ 
Tel.: (21) 2570-6793 - E-mail: ciem@ciem.org.br